Retomando o caminho

Passou quase 1 mês a data da morte do Zé. Mas o que dói não é a passagem de tempo. É a constatação do vazio e silêncio, e que essa ausência nunca vai ser preenchida da mesma forma.

Não digo somente por sons típicos que o Zé fazia. Na época achava irritantes, mas agora…

Bem, quis tirar essa aura deprê e resolvi me pôr à luta para sobreviver aos dias.

Entrei em contato com pessoas, separei arquivos (e ainda não consegui separar tudo!) e estou organizando a lista dos trabalhos a serem produzidas, que eram dele.

Já rascunhei uma história da morte dele, que pretendo acabar o mais rápido possível e postar na net. Portanto logo vai ter novidades a respeito.

Resolvi fazer um livro de humor, compilando as maluquices que o Zé espalhava por aí.

Existem outros livros, que vou fazer em versão ilustrada.

Agora, as coisas deles vão sair melhores do que nunca.

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3 comentários em “Retomando o caminho

  1. Harumi, é incrivel que o vazio sempre impoe um preenchimento o qual a gente não consegue entender qual é, pois estãmos sempre buscando o tangivel o inerentemente existente do seu proprio lado assim sempre ficará faltando algo.
    Seu marido,meu melhor amigo o pai do Lucas da Ligia,e da Laura, esse sim continua aí firme forte e indestrutivel em essência, o carinho e a bondade que esse filhadaputa tinha era pra poucos mesmo, e sinto-me honrado por ter vivenciado algo com esse cara.
    Mas ele te deixou uma herança imensa, que foram idéias personagens visões particulares,e algumas experiencias que poucos poderiam te passar.
    Acredito que ele saiu de cena fisica para aumentar ainda mais sua capacidade de produzir, lutar e conquistar coisas.
    Mas pode ter certeza que no Mil nomes ,no homem igreja ,na prana, morgana, e tantos outros ele estará gritando e rindo com sua peculiar ironia vomitando na hipocrisia, e tentando fazer com que as pessoas façam um pouquinho mais por si mesmas.
    Minha irmãzinha pode contar conosco daqui para o que precisar.
    bjs a tds vcs

    Fernando

  2. Marcia, maior força pra vc. Conheci o Ze’ em janeiro do ano passado quando os coreanos vieram pra Sampa. Trocamos mais alguns e-mails, mas quem conhecia mesmo ele era o Worney. Uma pena ter rolado assim. Parabens pelo seu trabalho e espero que vc de a volta por cima. O Ze’ era (e’) um cara antenado a outros niveis de vida e certamente esta’ la’, se preparando pra entrar em contato com isso tudo! Grande abraço!

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